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Spryx no Web Summit Rio 2026: conexões e aprendizados

Pedro CantidioEngenharia

Integrantes da Imersa e da Spryx diante de uma paisagem do Rio de Janeiro, com os logotipos das duas empresas.

A Spryx participou do Web Summit Rio 2026 e apresentou como empresas podem operar agentes de IA com controle, segurança e resultados mensuráveis.

Entre 8 e 11 de junho, a Spryx participou do Web Summit Rio 2026, no Riocentro. Durante quatro dias, o evento reuniu startups, empresas e investidores de diferentes países para discutir como a tecnologia está transformando negócios.

Fomos ao Rio com uma tese clara: a inteligência artificial já demonstrou seu potencial. O próximo desafio é colocá-la para trabalhar dentro das empresas de forma confiável, integrada à rotina e com impacto que possa ser acompanhado.

Da demonstração para a operação

As conversas durante o evento reforçaram uma percepção que já orientava nosso trabalho. Muitas empresas testaram inteligência artificial em assistentes, pilotos ou provas de conceito, mas ainda enfrentam dificuldades para transformar uma experiência promissora em um processo que funcione todos os dias, respeite as regras do negócio e tenha retorno mensurável.

A Spryx foi criada para encurtar essa distância. Nossa plataforma permite criar, operar e monitorar agentes de IA próprios para vendas, atendimento ao cliente e operações internas. Em vez de mais um experimento isolado, a empresa passa a contar com uma estrutura para colocar agentes em produção e acompanhar seu trabalho.

Agentes de IA com controle

Um agente de IA não deve ser apenas um chatbot com uma resposta mais elaborada. Ele precisa entender contexto, seguir instruções, usar ferramentas e executar tarefas dentro de limites claros.

Na Spryx, as empresas conseguem construir agentes em um ambiente visual e acompanhar como cada um atua. Isso inclui visibilidade sobre desempenho, custos e resultados, além dos controles necessários para que a operação cresça com governança e segurança.

Essa camada de gestão é o que permite levar a IA para atividades reais: qualificar oportunidades, conduzir atendimentos, organizar informações e apoiar processos internos sem perder o controle sobre o que está acontecendo.

Tecnologia brasileira para um desafio global

A Spryx é liderada por Fernando Trullench, CEO, ao lado de Pedro Cantidio, responsável por produto e IA, e Luiz Gomes, responsável pela operação técnica. O time combina produto, engenharia e visão de negócio para enfrentar uma pergunta que já chegou às salas de decisão: como adotar agentes de IA sem transformar inovação em uma coleção de projetos desconectados?

Essa jornada já recebeu o apoio de organizações do ecossistema de inovação, como Plug and Play, FGV Ventures, La Fabrique, iniciativa do BNP Paribas e da Edenred, ABES e o Hub de IA do WhatsApp, da Meta.

No Web Summit Rio, apresentamos essa visão e ampliamos a conversa com empresas e investidores que também acreditam que a próxima fase da inteligência artificial será definida menos pelas demonstrações e mais pela capacidade de operar com consistência.

Ao lado da Imersa no ecossistema de agentes de IA

Também estivemos ao lado da Imersa, parceira da Spryx e outra empresa brasileira dedicada a aplicações práticas de agentes de IA. Enquanto a Spryx trabalha na criação e operação de agentes dentro das empresas, a Imersa usa simulações com IA para treinar equipes comerciais em situações próximas da realidade.

Selecionada para o Showcase do Web Summit Rio, a Imersa apresentou uma plataforma em que profissionais podem praticar conversas de vendas por voz, texto e vídeo, receber avaliações e identificar pontos de melhoria.

As duas empresas partem de frentes diferentes, mas compartilham a mesma convicção: a IA gera mais valor quando deixa de ser uma ferramenta ocasional e passa a fazer parte do modo como as equipes trabalham.

O que trouxemos do Rio

Participar do Web Summit Rio foi uma oportunidade de mostrar o que o ecossistema brasileiro já está construindo e, principalmente, ouvir quem enfrenta o desafio de levar IA para a operação.

Voltamos do evento ainda mais convencidos de que governança, integração e clareza de retorno serão decisivas para a adoção de agentes de IA. É nesse ponto que a Spryx atua: transformando agentes em uma capacidade operacional, não apenas em uma promessa.

A participação marcou mais um passo na construção de uma empresa brasileira preparada para levar agentes de IA a operações reais, com controle e resultados que podem ser acompanhados.

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